quinta-feira, 18 janeiro 2018 / Published in Intercambio
Trazemos hoje, nossa primeira entrevista com um intercambista que está na Irlanda! Gostaríamos de agradecer à Monique Lima que muito prontamente aceitou o nosso convite e conversou um pouquinho com a gente. Aproveitamos para fazer à ela algumas perguntas enviadas por nossos leitores.
Confira mais abaixo a entrevista na integra!
Oxe Viajei! – Poderia se apresentar?
Monique Lima –  Sou a Monique  Lima, sou cleaner /housekeeper e sou Recepcionista  à 7 meses vivendo na Irlanda
OV – Porque você escolheu a Irlanda? Qual a melhor maneira para escolher para qual país devemos ir no intercâmbio?
ML – Escolhi a Irlanda porque queria um país diferente do Brasil como clima, cultura entre outras. Acho que isso depende muito de pessoa pra pessoa, mas posso dizer que tente ao máximo encaixar todos seus objetivos quando for fechar um intercambio. Eu por exemplo, escolhi pelos pontos que disse acima mas, também, porque posso unir a vontade de conhecer vários lugares na Europa.
 OV – Quanto em média é recomendado que leve de dinheiro? É vantagem pegar por fora do pacote da agência a hospedagem?
ML – Recomendo que venham com no mínimo de 1000 euros a mais do que os 3000 euros obrigatórios, No começo precisamos gastar com muitas coisas como por exemplo quanto ao aluguel, temos que ter o dinheiro do aluguel + o valor pago pelo deposito. Uma dica que eu dou: tente trazer algumas roupas de cama (lençol, fronha, manta) do Brasil que já é um dinheiro que você não precisará gastar aqui, eu fiz isso e deu certo 😉
OV – Qual foi a sua impressão após o primeiro mês na Ilha esmeralda?
ML –  A Irlanda é extremamente pequena com relação ao restante da Europa, para nós que somos de um país enorme como Brasil é meio estranho. Além de que  vejo muita diferença quando viajo para outros países da Europa.
OV – Você teve dificuldade para encontrar acomodação? Conte um pouco da sua história sobre acomodações na Irlanda.
 ML – Não tive nenhuma dificuldade, mas tive que andar muito pra achar um lugar legal. Desde que cheguei, morei em duas casa. A primeira foi através de grupos do Facebook que encontrei, depois de andar bastante. Ela era no centro bem perto de tudo e era uma casa que atendia minhas expectativas. A segunda que moro até hoje consegui através de um colega. Onde moro hoje também fica no centro, divido quarto com mais 3 meninas que viraram minhas irmãs aqui, moro em um condomínio e é bem seguro. Gosto bastante de onde moro  e por isso já tenho 6 meses só nessa casa.
OV – Existe um período mínimo de tempo recomendado para um intercâmbio?
ML – Isso depende de pessoa pra pessoa, como qualquer coisas na vida. Diria que no mínimo 3 meses.
OV – Sobre trabalho, qual o cenário atual de trabalho para estudantes em Dublin? Você teve muita dificuldade para conseguir trabalho? Quais as áreas mais fáceis de conseguir um emprego?
ML – Trabalho aqui na Irlanda não é fácil de achar, mas como em qualquer canto do mundo. Como eu sempre digo, tem que “dar as caras” e espalhar currículos. Eu trabalho no mesmo lugar há quase 7 meses. Foi indicação de uma ex-colega de quarto. Dei sorte? Pode ser, mas antes disso espalhei bastante currículo e fiz muitas entrevistas também. Todas aqui da minha casa trabalham e conseguiram também. Não é fácil mas também não é impossível.
Tem diversas áreas para trabalhar, restaurante, hotéis, lojas de roupas e sapatos contratam toda hora. E pra quem é da área de TI, aqui na Irlanda é ponto forte.
OV – Sobre o GNIB, qual dos métodos atuais de comprovação você acha melhor? Quanto tempo em média está levando para se tirar o GNIB?
 ML – Bom, cheguei aqui na regra antiga de abrir conta em um banco irlandês e comprovar com o extrato bancário daqui, agora a regra mudou o estudante vem com o dinheiro do Brasil e faz uma Post Order nos ” correios” daqui e com o comprovante deles mais os outros documentos necessários para tirar o visto. E lembrando também que agora tem que agendar no site da Garda o dia para tirar o GNIB.
OV – Sobre a Vida na Irlanda:
OV – Que tipos de produtos brasileiros você sente falta?
ML – Feijão e sucos naturais, sou Carioca e no Rio cada esquina tem uma loja de sucos naturais, aqui não tem isso. Feijão até achamos nos mercadinhos brasileiros (que em Dublin deve ter uns 4), mas é caro aqui e não é de uma boooa qualidade.
OV – Quais as 5 melhores pontos em morar em Dublin e quais os 5 piores?
ML – Melhores: É uma cidade que dá pra fazer tudo a pé, roupas não são caras, tem tudo que você precisa para viver, viva cultural boa e segurança.
Piores: Aluguel é caro, contas geralmente são meio caras, muitos dias nublados, chove e venta muito, custo de vida é um dos mais elevados da Europa.
OV – Você trocaria Dublin por alguma outra cidade como Cork, Limerick ou Galway? Porque?
 ML – Não, gosto de Dublin pois é uma cidade grande meio interior e tem tudo. As outras também tem algumas coisas mas em menor quantidade.
OV – Tudo que você esperava da Irlanda aconteceu após a sua chegada? Aconteceu algo que você não imaginava?
ML – Sim, tive e estou tendo muitas experiências incríveis. Logico tem horas que temos saudades mas faz parte.
OV – Você já conseguiu fazer alguma Trip? Qual foi a que você gostou mais?
ML – Fiz algumas viagens já, gostei bastante de Amsterdam, lugar lindo e multicultural.
OV – Qual o seu local favorito em Dublin?
ML – Gosto dos cafés daqui, tem um monte de cafeteria e como estamos no inverno, lugar melhor não há.
OV – Que mensagem você gostaria de deixar a quem ainda não decidiu se deve ir ou não para a Irlanda?
ML – Primeiro não perder o foco se quer ter uma experiência maravilhosa, lute e faça acontecer. A Irlanda é singular, você terá experiências incríveis e conhecerá pessoas do mundo todo em uma ilhazinha fofa
Mais uma vez agradecemos à Monique Lima pela disposição em conversar com a Equipe do Oxe, Viajei!
Faça como ela. Viaje Você também! Entre em Contato conosco e iremos ajudá-lo (a) a realizar esse sonho!

 

quinta-feira, 18 janeiro 2018 / Published in Viagens
Você olha para o guarda roupas e vem logo a dúvida:
O que levar na mala para um intercâmbio de 6 meses?
Há algumas pessoas que saem de seus países sem ter a ideia de retornar. Para essas uma aviso de antemão: Leva tudo que lhe for de fato importante! Faça bom uso do conjunto de bagagens despachadas e de mão.
Para aqueles que pretendem ir e voltar após o período de 6, 8 ou 12 meses, a dica é: leve apenas o necessário.
Mas Oxe, qual a diferença?
Para aqueles que estão utilizando o intercâmbio como um método de imigração para o país de destino, é importante evitar gastos supérfluos. Portanto, é importante que a pessoa pontue tudo aquilo que de fato é necessário para o propósito da viagem dela, evitando gastos iniciais com objetos que você já possuía e lhe forem de uso regular.
Por exemplo, se você é uma pessoa formada em uma área de Business e no país de destino pretende pleitear uma vaga de emprego em sua área, é importante levar um número suficiente de roupas formais alinhadas à sua profissão. É importante levar tudo aquilo que é indispensável, deixando os supérfluos aqui no Brasil ou até quem sabe, fazer um brechó de desapego para levantar uma grana extra. O importante para esse perfil de intercambista/imigrante é ter consciência de que todo peso em excesso é EXCESSO! Levar todos os saltos altos de sua coleção é realmente necessário? Ou levar todos os cintos que você acumulou ao longo da sua vida de compras aqui no Brasil? Abandone agora essa ideia!
SLXLM

Fonte: Chic – Gloria Kalil
Faça uma lista dos itens importantes. Se está indo para um lugar frio não se desespere, tenho certeza que no país de destino você encontrará roupas adequadas ao clima local com custo menor que aqui no Brasil, portanto leve as roupas de frio que você JÁ POSSUI, não é necessário se desesperar e começar a comprar roupas novas adoidado. Isso vale também para quem vai ficar apenas o período de intercâmbio e não tem intenção de imigrar.
Para aqueles que vão com data marcada para retorno, é importante que você pense e programe tudo que pretende levar. Não é porque você tem direito a despachar duas malas de 32kgs que você vai levar tudo que você tem dentro de sua casa na mala!
Seja coerente e verifique o que de fato é imprescindível ser levado!
Lembre-se que certas coisas não podem ser esquecidas:
· Passaporte
· Visto de estudante (ou documentação da escola e acomodação inicial)
· Passagem aérea e o roteiro
· Cartão de telefonia (chip do país de destino)
· Caixas de medicamentos (lembre-se de levar as receitas!)
· Moeda nacional caso o voo atrase
· Moeda do país ao qual esteja viajando (Doleiras ajudam nesse quesito)
· Celular, bateria externa e carregadores e adaptador universal
· Máquina fotográfica
Sempre leve duas a três mudas de roupa na sua mala de cabine, ninguém quer passar por isso, mas existem casos de mala extraviada.
Levando a roupa e todos os seus pertences eletrônicos na mala de mão você não vai passar tanto aperto caso seja vítima de um extravio.
Lembre-se também de que as companhias aéreas possuem um padrão de tamanho para malas de mão, então verifique no site da sua companhia aérea e evite problemas na hora de embarque. Lembre-se também que líquidos em embalagens acima de 100ml (isso vale para cosméticos e maquiagem) e inflamáveis como aerossóis, objetos perfuro cortantes (como tesouras, alicates e canivete suíço) devem ser despachados nas malas de bagageiro e jamais na mala de mão.
Ficou ainda alguma dúvida sobre o que levar na mala? Mande pra gente! Teremos o prazer em respondê-lo
Abaixo segue um quadro com alguns itens para você se guiar:

SMXLL

 

quinta-feira, 18 janeiro 2018 / Published in Intercambio
Hoje trouxemos o depoimento de Camila Cerqueira sobre a experiência dela como Intercambista em San Diego – Califórnia. O interessante aqui é você conhecer uma modalidade “gratuita” de intercâmbio. Você pode tentar aprimorar seu inglês pela Free School. Nessa modalidade você vai entrar num sorteio para uma vaga numa escola pública. Mas mesmo nesse modelo você ainda vai precisar arcar com os custos da viagem, hospedagem e gastos gerais do dia a dia.
Foi muito difícil escolher uma unica imagem para estampar essa linda experiência da Camila, então deixaremos aqui uma pequena galeria com fotos dela durante o intercâmbio.
Aproveitem e inspirem-se!
“Meu nome é Camila, tenho 24 anos e sou Administradora. Aos 22 anos, fui para San Diego, na Califórnia e passei 6 meses estudando. Escolhi os estados Unidos, porque desde pequena sempre fui apaixonada por esse país. Talvez os filmes que assistia me influenciaram a ter esse amor inexplicável por lá. Nunca tive vontade de outro lugar a não ser os EUA. Via minhas amigas deslumbradas pela Europa, Austrália, Canadá, mas meu lugar era e é na terra de Tio Sam.
Fui com o propósito de ficar 6 meses estudando, porém fiquei muito pensativa em postergar minha volta, mas o destino (meu namorado, melhor dizendo) me fez mudar de ideia e voltar no tempo pré-estabelecido.
Fiz muitos amigos, morei em três casas diferentes. Não optei ir por agência, porque acho um gasto elevadíssimo pelas coisas que eles oferecem. Uma dica que eu dou é: pesquise muito antes. Veja páginas no Facebook, Youtube, converse com amigos de amigos que já foram, não hesite em pesquisar.
Fui com o visto de turista, que dá permissão de ficar no país por 6 meses e estudei em escola pública (pesquisei muito e indico muito mais que escola particular. Além dessa redução imensa de custo, o ensino e as dependências da escola era muito boas, sério). Ia mudar meu visto para o de estudante para poder ficar mais tempo lá (é possível essa alteração uma vez estando lá e caso o Consulado aprove a sua solicitação) mas como disse anteriormente, preferi voltar por causa do boy hahahah.
Graças a Deus, não passei por dificuldade. Não senti saudade nem a famosa Homesick, como algumas pessoas dizem sentir. Estava tão plena, tão feliz com minha nova vida, que esse tipo de sentimento nem passou por perto.
Fui bem planejada financeiramente pra não depender de subemprego (embora tivesse feito uns bicos pra ganhar uma graninha pra comprar besteiras) nem de meus pais.
Acredito que tudo é planejamento. Me organizei durante 2 anos, pesquisei melhores opções de economizar como a escola pública e dividir o apartamento com mais pessoas ao invés de ficar em casa de família, sabia cada mercado que tinha promoção em determinados dias. Então tudo é possível com organização e disciplina.
Estudo inglês desde muito pequena, e apesar de ter concluído muito nova meu curso, meu idioma estava bem adormecido. Como sou bastante desinibida, chegando lá eu conversava com todo mundo. Todo mundo mesmo, desde crianças, atendentes de loja, jardineiro, dentro do trem, do ônibus. Toda oportunidade que eu tinha de praticar, eu estava lá. Meu inglês melhorou bastante. Quando terminei o intercâmbio, eu estava quase fluente.
O que não me ajudou muito, e é uma dica que dou, era meu excessivo contato com meus amigos do Brasil e com brasileiros lá. Mal largava o celular pra contar as novidades para meus amigos daqui do Brasil e morava com brasileiros, o que é inevitável e nem deve ser evitado também. É muito bom morar com seus conterrâneos, porém o tempo que tinha pra desenvolver amizades americanas, estava eu entretida no meu celular contando novidades para meus amigos. Então galera, foco em largar o celular e se entrosar mais com os nativos.
Pretendo daqui a 2 anos, voltar para lá. Com visto de estudante, que me dá permissão de ficar por mais tempo, e fazer outra pós graduação.
Eu sempre brinco dizendo que intercâmbio é a melhor e pior experiência da vida. A única coisa que é ruim, é a volta a realidade pra casa. Mas aconselho todas as pessoas nessa vida a investirem tempo em pesquisas, se organizar financeiramente, e se jogarem na melhor aventura de toda a sua vida. E aproveitar cada segundo, porque o tempo passa muito, muito rápido, e muitas vezes é a única oportunidade que temos na vida. Já estou me planejando para voltar de vez, mas quem não sabe se terá novamente esse chance, aproveite intensamente tudo.”

 

quinta-feira, 18 janeiro 2018 / Published in Viagens

Trago hoje uma mensagem que talvez ajude alguns indecisos. Pessoas que na crise perderam emprego, que se formaram e não conseguiram entrar no mercado de trabalho, ou aquelas que simplesmente estão no momento da vida em que a pergunta “ E agora?” surge.

É quando o bichinho da dúvida aparece e você por vezes não sabe que rumo dar a sua vida.
É o momento de ESPAIRECER! Respirar novos ares. Viver, talvez até, uma vida diferente.
É o momento de sair do ambiente que causa o conflito e respirar, pensar, refletir de fato sobre seus anseios de vida. É nessa hora que você pode investir e buscar, talvez, uma qualificação para conquistar uma nova vaga no mercado, ou até mesmo quem sabe, fazer um intercâmbio e descobrir que sua vida não era tão ruim assim, você estava apenas desgastado. Pequenas mudanças fazem grandes diferenças. Uma viagem pode te libertar de amarras que você criou em sua mente e abrir os teus olhos para uma perspectiva que você não se permitia ver.

Viajar também é se LIBERTAR!

E então? Qual é o seu próximo destino? Que caminho você vai buscar para alcançar as suas metas de vida?

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